Atenta à “1ª Companhia”, Susana Areal não poupou nas críticas a Pedro Barroso.
Numa publicação recente nas suas redes sociais, Susana Areal, especialista em comportamento humano, analisou a postura de Pedro Barroso com Noélia Pereira na ‘1ª Companhia’ e não poupou o recruta.
“Tanta Necessidade de Reconhecimento misturada com Comportamento Agressivo”, começou por garantir, criticando a postura do recruta: “Nestas imagens, o Pedro Barroso demonstra uma necessidade gritante de se afirmar como superior. Precisa de mostrar que manda, que pertence a uma “estirpe diferente”, e fá-lo através da humilhação da Noélia. Dizer que ela “só ouve” e que “não tem direito a falar” não é autoridade – é ego descontrolado. Mas quem é que este recruta pensa que é?”
Na opinião da especialista, o ator teve um ‘comportamento agressivo’ em relação à algarvia: “Ao contrário do que muitos pensam, comportamento agressivo não se mede aos gritos nem por ameaças físicas. O olhar fixo e desafiante dirigido ao alvo (Noélia), o tom imperativo, as ordens diretas – “tu não falas”, “não me repitas” – e a ameaça velada “pela primeira vez vais cair” são indicadores claros deste tipo de comportamento.”
“Que desilusão. E eu que tinha ficado genuinamente satisfeita com a entrada do Pedro. Tanta conversa sobre espiritualidade… e tão pouca consciência. Alguém que ajude este senhor a descer a terra urgentemente.”, escreveu.
As críticas continuaram: “Pena que nenhum dos colegas que tanto apregoam o espírito de camaradagem a tenham protegido quando era necessário.”, criticou.
“Vimos a Soraia Sousa e a Soraia Carrega visivelmente incomodadas – “menos”, “muito menos” – a abanar a cabeça… mas em voz baixa. Discordar em silêncio não é proteger. É apenas aliviar a própria consciência. Do outro lado, assistimos a atitudes francamente feias do Castelhano e da Andreia.”
“Riram-se, validaram, incentivaram. Trataram um comportamento deplorável como se estivessem perante um herói – e isso deu-lhe força para continuar. Fez lembrar os clássicos grupinhos de miúdos rufias na escola: nunca atacam sozinhos, escolhem o alvo mais vulnerável e avançam em manada.”, acrescentou.
Por fim. A profiler concluiu: “Não gostei de ver. E diz muito mais sobre quem assiste e incentiva do que sobre quem ataca.”
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